quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Pensamento

O pensamento é força mental emitida contaminando o ambiente, ainda imponderável para nós, mas nem por isso deixa de nos atingir trazendo equilíbrio e paz ou desajustes e inquietações quando retorna como um eco intensificado pelos pensamentos alheios. Cuide para que suas palavras e atitudes possam provocar nos outros sempre as melhores emoções pois assim você receberá sempre como retorno vibrações harmoniosas dos pensamentos daqueles que se sentiram bem em sua presença.

Moisés Rossi.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

É NATAL

Sentimento sublime O AMOR, é a maior força do universo, cria e mantém os mundos, as leis universais e a vida em todos os sentidos, principalmente a vida humana que é acompanhada e mantida amorável e constantemente por Deus.
Em nós, seres ainda imperfeitos, transcende a compreensão, vibra em felicidade com pequenas alegrias que felicitem aqueles que amamos e sacrifica-se sem limites pelo conforto e bem estar ou em defesa contra qualquer perigo que possa ameaçar os seres amados.
Exemplo inconteste do amor de Deus por nós é a presença constante de Jesus em nossas vidas, e principalmente a sua vinda à terra como se fosse simples mortal, para ensinar-nos “o caminho a verdade e a vida” no seu evangelho sublime que quando compreendido e praticado pela humanidade, será a instituição do reino de Deus na terra, com a vivência universal do bem para todos, por todos e com todos, instituindo assim a harmonia entre os povos.
Comemoramos o maior dos aniversários, o mais festejado, mais esperado e por mais tempo, o aniversário de nascimento de Jesus, a 2011 anos Ele veio a nós ensinando e demonstrando o que é o verdadeiro amor, o amor universal, o amor de Deus, que incumbiu Jesus que guiar-nos pelos caminhos do progresso e da evolução até alcançarmos o bem maior a pureza e perfeição destinados pelo Pai a todos nós, quando então alcançaremos a verdadeira e imorredoura felicidade, a dos justos que compreendem e praticam as leis do Criador e mantenedor da vida.
Que este natal seja mais um momento de paz em sua vida, de amor entre os seus entes queridos e por extensão à toda a humanidade, de exercício daquilo que já conseguimos aprender do amor maior de Jesus, e possamos então aceitando o diferente, amparando o necessitado, esclarecendo o inseguro, escolhendo com sabedoria o dirigente, trabalhando pela coletividade, ajudando o menos favorecido, melhorando assim a sociedade e o meio em que vivemos, “pois sempre que a um desses pequeninos fizeres a Mim estareis fazendo”.
FELIZ NATAL COM MUITO AMOR A TODOS!
E UM ANO NOVO CHEIO DE RERALIZAÇÃO!
Moisés Rossi
HOMENAGEM A DÉCIO PATELLI JUNIOR

O Vereador Moisés Rossi no dia 05 de Dezembro de 2011, prestou homenagem a DECIO PATELLI JUNIOR, nascido em Bauru/SP, no dia 24/05/1954, onde deu inicio em sua carreira como NADADOR do Bauru Tênis Clube em abril de 1967, tendo participado de várias competições regionais, estaduais e brasileiras, e no PÓLO AQUATICO em 1970 como jogador da equipe infantil do Bauru Tênis Clube, clube que defendeu até 1984 onde por várias vezes foi campeão paulista e brasileiro em várias categorias, o que lhe proporcionou a convocação para as seleções paulista e brasileira em diversas categorias.

Como dirigente esportivo, foi Diretor de pólo aquático do Bauru Tênis Clube de 1989 a 2000; Diretor de pólo aquático da Federação Aquática Paulista de 1998 a 2007; Membro permanente do conselho arbitral da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA); e Membro do Conselho Técnico de Pólo Aquático da CBDA.
Como Árbitro de Pólo Aquático, iniciou sua carreira em 1980, na Federação Aquática Paulista, atuando em vários eventos de São Paulo, foi também árbitro da CBDA em 1982 atuando em mais de 80 finais de Campeonatos Brasileiros de diversas categorias; da Confederação Sul Americana de Natacion (CONSANAT); da União de Natação das Américas (UANA) desde 1983 e da Federacion Internationale de Natation (FINA) desde 1986, todas entidades as quais está filiado até os dias de hoje.

Em seu currículo se encontra a sua atuação nos seguintes eventos:
Eventos Internacionais: OLIMPIADAS de 1992; JOGOS OLIMPICOS DE BARCELONA em 2004; JOGOS OLIMPICOS DE ATHENAS em 2008 e JOGOS OLIMPICOS DE PEQUIM

Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos: 1983 – MADRID/ ESPANHA; 1994 – ROMA/ ITALIA; 2001 – FUKUOKA/ JAPÃO; 2005 – MONTREAL/ CANADA e 2007 – MELBOURNE/ AUSTRALIA
2009 – ROMA/ ITALIA.

Liga Mundial: 2002 – MADRID/ ESPANHA (PRELIMINAR); 2004 – LOS ANGELES/ USA (PRELIMINAR); 2006 – LOS ANGELES/ USA (PRELIMINAR); 2006 – ATHENAS/ GRECIA (SUPER FINAL); 2007 – LOS ANGELES/ USA (PRELIMINAR); 2007 – BERLIN/ ALEMANHA (SUPER FINAL); 2008 – THOUSAND OAKS/ USA (PRELIMINAR); 2008 – GENOVA / ITALIA (SUPER FINAL) e 2009 – SAN DIEGO / USA (PRELIMINAR).

Torneio Pré – Olímpico: 1992 – CALGARY/ CANADA; 2000 – HANNOVER/ ALEMANHA; 2004 – RIO DE JANEIRO/ BRASIL e 2008- ORADEA/ ROMENIA.

Copa Do Mundo: 1991 – LOS ANGELES/ USA.

Jogos Pan-americanos: 1983 – CARACAS/ VENEZUELA; 1987 – INDIANAPOLIS/ USA; 1991 – HAVANA/ CUBA e 2007 – RIO DE JANEIRO/ BRASIL.

Campeonato Mundial Junior (MASC./FEM.): 1989 – CANET LA PLAGE/ FRANÇA; 1999 - MESSINA – ITALIA e 2003 – NAPOLI – ITALIA.
Torneio Classificatório Mundial: 1990 – HAVANA/ CUBA; 1994 – GUADALAJARA/ MEXICO (masc.) e 1994 – MIAMI/ USA (fem.).

E é por toda sua trajetória de dedicação e sucesso, em que sempre buscou realizar suas funções com o empenho e amor pelo que o esporte lhe representa que hoje se faz esta justa homenagem a este ilustre cidadão Bauruense, que sempre teve orgulho de suas origens, divulgando o nome de sua querida cidade em todos os lugares do Mundo que estivera em todos estes anos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Caridade Um Estilo de Vida

O conhecimento popular, sábio por expressar realidades experimentadas ao longo do tempo pela sociedade humana, traduz em seus postulados conceitos normalmente aceito de forma natural pelas comunidades em geral, o evangelho trazido por Jesus ao nosso planeta contempla também verdades inequívocas que ensinadas e repetidas ao longo dos milênios, se apresentam hoje para nós como princípios inquestionáveis para posturas de vida equilibrada e fonte de bem viver para aqueles que os contempla em suas atitudes.

A caridade se apresenta tanto no conhecimento popular ou no evangelho como sendo prática imprescindível para o bem estar e equilíbrio íntimo pessoal, expressões do conhecimento comum, tais como “Quem dá aos pobres empresta a Deus” ou “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo” demonstram com clareza que na prática do bem consiste o requisito fundamental do bem viver, tanto pessoal com um retorno favorável para quem o exercita, como no grupamento social, onde quanto mais existe a preocupação com o todo, mais equilíbrio, harmonia e justiça se encontram.
Entretanto, ainda confunde-se caridade com atividades esporádicas exercitadas em momentos específicos para alguém que julgamos necessitado, tais como visitas a hospitais, asilos, ou orfanatos, ou ainda quando se ajuda numa creche ou num grupo de preparo de alimentos para os que tem fome, e por fim a caridade mais fácil, quando damos dinheiro a algum pedinte, muitas vezes sem sequer olhar para o necessitado. Tais atitudes não deixam de se apresentar como auxílios pessoais com valor inquestionável, mas a verdadeira caridade vai muito mais além.

Caridade em seu sentido amplo, como o saber popular preconiza e como Jesus quis nos ensinar, se caracteriza por um “estilo de vida”, quando o ser humano ao invés de escolher quando e onde fazer caridade, vive caridosamente em todas as atitudes e oportunidades do seu dia, procurando logo ao acordar, junto aos seus, ser caridoso com atitude Cortez melhorando o dia dos familiares, no trânsito ou no transporte coletivo podemos ser caridoso, respeitando a vez e o lugar dos outros, na profissão seremos caridosos quando nossa atividade profissional possa ajudar a melhorar a vida das pessoas, até no lazer seremos caridosos, quando com nossas atitudes possamos também facilitar a atividade das outras pessoas.

A humanidade encontrará o paraíso, quando os habitantes do planeta Terra perceberem que o evangelho é um código ético de posturas pessoais, uma filosofia de vida voltada para a caridade e que sua prática conduzirá a humanidade a um convívio harmônico e feliz, todos estarão preocupados com o bem estar de todos, pois Jesus quis nos ensinar a viver em grupo, fazendo parte integrante do mesmo, sem sermos incomodados por ele, sem sermos um incômodo ao grupo mas partícipes de sua harmonia existencial, com posturas moralizadas voltadas ao bem geral, vivenciando a caridade em toda a sua amplidão, em cada atitude e a cada instante da vida, simplesmente como uma forma de ser.

Moisés Rossi.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Entrega do Título de Cidadão Bauruense a João Elias Jabbour


O Vereador Moisés Rossi realizou no dia 23 de Setembro de 2011, a entrega do Título de Cidadão Bauruense a João Elias Jabbour, por sua linda história de Vida.
Natural de Bernardino de Campos/SP, nascido no dia 4 de janeiro de 1961, JOÃO ELIAS JABBOUR chegou em Bauru no início do ano de 1981, para cursar comunicação social na antiga Fundação Educacional de Bauru (FEB), depois Universidade de Bauru (UB) e posteriormente UNESP, e mais recentemente concluindo seu aperfeiçoamento em jornalismo, estudou na Universidade do Sagrado Coração.
Sua militância pública na cidade começou logo que chegou a esta cidade, no Diretório Acadêmico Di Cavalcanti (Dadica), do qual foi diretor e presidente, na FEB. Na universidade, atuou em diversos movimentos reivindicatórios em prol dos estudantes (principalmente a criação da Universidade de Bauru e a estadualização da mesma após criada). Participou, como delegado, do Congresso da UNE em Cabo Frio, em 1981, com o estádio do Cabofriense totalmente cercado pelo Exército. Em meados dos anos 80, após atuar na organização política MR8, ingressou nos quadros do Partido Comunista Brasileiro (PCB), agremiação que chegou a presidir em Bauru. Inclusive sendo um dos coordenadores da campanha presidencial de Roberto Freire à Presidência da República, em 1989, na primeira eleição direta do País após muitos anos. Participou ainda de inúmeros protestos pela abertura democrática do País, sendo um dos momentos mais marcantes a luta pelas Diretas Já, em 1984, com uma vigília histórica na Câmara Municipal de Bauru, onde acompanhou, durante toda a madrugada, a votação da Emenda Dante de Oliveira (que restabelecia as eleições diretas para presidente do Brasil), infelizmente derrotada, mas que abriu caminho para a escolha (via colégio eleitoral) e posse de um governo civil no País (Tancredo Neves-José Sarney). Foi instalado um serviço de auto-falante na sede da Câmara batizado de "ZYK Rádio Diretas Já", onde num revezamento ao microfone repassava aos presentes as informações (poucas) chegadas de Brasília, através do deputado Tidei de Lima, e discursos pela democracia.
Ao final dos anos 80, resolveu dedicar-se exclusivamente à carreira jornalística, por ser difícil compatibilizar as duas atividades, no sentido de manter a independência jornalística. Apaixonado pela cidade que o recebeu como então estudante, não mais retornou para sua cidade natal, adotando Bauru como sua cidade de coração, estabelecendo aqui a sua vida profissional e familiar. Iniciou sua carreira profissional convidado a participar da vida político-administrativa de Bauru, como assessor de imprensa da Secretaria de Projetos Comunitários da Prefeitura Municipal de Bauru, em 1984, na administração Tuga Angerami quando era secretária Terezinha Cintra, quando já começou a demonstrar o potencial de trabalho que traz em seu caráter arrojado e a lucidez intelectual para os assuntos da informação jornalística em geral. Surge também neste momento uma ligação imorredoura com nossa cidade que faria com que Jabbour construísse aqui uma carreira jornalística que sempre valorizou a cidade informando sobre os assuntos importantes e formando opiniões conscientes. Envolvido cada vez mais com o jornalismo bauruense, em 1986 foi solicitado a incrementar com sua participação o noticiário diário no Grupo Auri Verde AM, onde sempre entusiasta e participativo permaneceu dedicando-se à informação de Bauru até 1990, quando assumiu o comando da assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal desta cidade, estreitando sua ligação e adquirindo subsídios para se tornar um profundo conhecedor da informação política social. Permaneceu pelo período de um ano como Assessor de Imprensa da prefeitura, quando se desligou profissionalmente do governo municipal por não compactuar com ex- prefeito Izzo Filho nas atitudes tomadas por ele, no exercício daquele mandato e, tendo sido convidado, assumiu a coordenação de jornalismo da 96FM, envolvido sempre com a informação divulgando Bauru e as ocorrências desta grande cidade, participando assim desde sua formação acadêmica dos direcionamentos de nossa cidade. Permaneceu na 96 FM até 1994, quando transferiu suas atividades profissionais para o Jornal da Cidade, pois a informação escrita também sempre lhe falou de perto ao coração.
No JC ocupou o cargo de editor de política, assunto que conhece ao extremo, até ser chamado a assumir o comando da redação, pela sua competência e dedicação ao trabalho, onde desde então é gerente de jornalismo e de produtos editoriais. Conheceu sua esposa Fabiana Teófilo que é jornalista, no próprio ambiente de trabalho no Jornal da Cidade e dessa união nasceu Anabella. É pai também de Lívia, do primeiro casamento. João Elias Jabbour é ainda um dos coordenadores do Núcleo Editorial da Associação Paulista de Jornais (APJ), que engloba os 14 principais jornais líderes do Interior do Estado, onde sua participação é decisiva para a organização e direcionamento da entidade, e é membro do Comitê Editorial da Associação Nacional de Jornais (ANJ), sendo, sem sombra de dúvidas, um dos grandes (senão o maior) formadores de opinião intelectual e política da história de Bauru, tendo ao longo do tempo contribuído com sua vida profissional e com suas atitudes pessoais, com discernimento e bom senso para o desenvolvimento e progresso de nossa cidade.

Assessoria Vereador Moisés Rossi.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

UM MOMENTO SÓ MEU

Estabelece a vida contemporânea padrão de comportamento frenético para que o homem comum consiga atender as obrigações rotineiras do sustento próprio, e ao exagerado envolvimento com compromissos do suposto lazer, dado que as necessidades tidas como básicas, se tornaram muito numerosas e as possibilidades do lazer cada vez mais abundantes e exigentes.

Contrária à vida antiga onde as atividades profissionais se ligavam mais à manufatura ou trabalho agrícola, limitado do amanhecer ao entardecer e algum momento de lazer que se verificava no final da tarde com uma prosa rápida no portão com os vizinhos ou no domingo, com uma freqüência à missa ou a um jogo de futebol à tarde, tendo parte da noite e as longas horas do domingo para se refazer, hoje corremos no trabalho, dia e noite, em turnos infindos, concorremos no trânsito, nos engolfamos nas inúmeras oportunidades que a internet nos faculta de relacionamento impessoal, e encontramos pela cidade as mais diversas oportunidades de lazer, todas atividades julgadas importantes, mas mecânicas, distantes do fator afetivo e humano, exigindo não somente mais recursos mas também agilidade, concentração, cuidado, tensão, culminando no estresse, normalmente acumulado no trabalho e estendido à rotina do que deveria ser a vida intima pessoal, acarretando a sensação de descontentamento, insegurança e desajuste na sociedade.

Soluções são encontradas ao acaso, quando alguma atividade nos propicia um encontro com o próprio “EU” isolado do frenesi que a sociedade sedenta de prazer e consumista, acaba impondo a cada um, naturalmente pelo convívio e comparação pessoal tão ao gosto do ser humano. Importante seria percebermos o que realmente nos faculta bem estar, nas diferentes atividades procuradas para o que chamamos lazer ou espairecer a freqüência a uma academia, ao cinema, à praia, a um culto religioso, uma simples caminhada ou a leitura de um bom livro e tantas outras atividades que escolhemos, dependendo de nossas preferências, trazem em seu âmago a mesma reação, extremamente importante por ser ansiada, mas não reconhecida pela consciência lúcida, “são momentos só nossos” onde podemos ser nós mesmos, no nosso tempo e velocidade, sem pressões exigências ou cobranças, nos sentimos libertos, sem saber do que.

Impossível vivermos à margem da sociedade, que se desenvolveu trazendo o progresso, o melhor, mais confortável, o mais rápido e o mais fácil, mas trazendo também como efeito colateral a pressão que se torna insuportável em nossa mente. Necessário se faz então que busquemos com freqüência em nosso redemoinho existencial, “um momento só meu” onde quer que seja, da maneira que melhor se adaptar a nós, mas que tenhamos um tempo para nós mesmos, onde poderemos nos expor para nosso íntimo, o que somos, o que queremos, o que almejamos, realinhando pensamentos, reequilibrando nosso ser, reestruturando nossas energias, extirpando de nós o peso do cotidiano, percebendo que podemos mais, quando nos sentimos maiores, assim como fomos criados, livres para vivermos em plenitude.
Moisés Rossi.